BLOCO K - Novos esclarecimentos do fisco sobre a obrigatoriedade por CNAE - Perguntas e Respostas

Pessoal,

Algumas dúvidas que surgiram com a nova obrigatoriedade por CNAE, já foram esclarecidas pelas RFB e estão no portal, além disso, há ainda questionamentos sobre a questão das empresas " EQUIPARADAS A INDUSTRIAL " que realizam a industrialização em terceiros. Sobre a terceirização, importante analisar o material do CONCLA - COMISSÃO NACIONAL DE CLASSIFICAÇÃO do IBGE, que reproduzo abaixo. 

Importante destacar que tenho encontrado situações de CNAE flagrantemente irregulares, que foram classificadas num passado para atender uma premência de abertura da empresa, onde a inscrição do CNPJ e da I.E. era urgente ou porque, a empresa ainda não tinha um licença CETESB, cujo prazo ainda é demorado para se obter, e mais ainda, uma inscrição ajustada para um enquadramento( planejamento) arrojado de um SAT(INSS) mais favorável.

Sobre a questão da empresa possuir um CNAE SECUNDÁRIO, de industrial. Situação onde podemos encontrar:

CNAE SECUNDÁRIO DE INDUSTRIA

MATRIZ COM CNAE DE: ESCRITÓRIO ADMINISTRATIVO

CNAE SECUNDÁRIO: FABRICAÇÃO( TRANSFORMAÇÃO)

MATRIZ COM CNAE DE: ATACADISTA 

CNAE SECUNDÁRIO DE: FÁBRICA(TRANSFORMAÇÃO)

MATRIZ COM CNAE DE: AGROINDUSTRIA OU EXTRATIVISTA

CNAE SECUNDÁRIO DE: FÁBRICA (TRANSFORMAÇÃO)

Além desta questão a empresa pode estar com o CNAE DE COMERCIO( REVENDA), porque ela não industrializa nada, mas, contrata um(ns) terceiro(s) para o industrializar o seu produto. Neste ponto o CONCLA já se pronunciou:

1.8.1.4 Terceirização do processo produtivo completo.


Um caso especial de terceirização diz respeito às unidades que, em base permanente, organizam e vendem bens e serviços com sua marca, assumindo os riscos e responsabilidades inerentes, mas subcontratam integralmente todo o processo de produção.


Normalmente não têm planta industrial, maquinaria ou empregados e, portanto, não executam qualquer transformação física no local onde funcionam. Esses agentes são denominados, na documentação técnica internacional, converters.


Na atribuição do código CNAE 2.0 a esses agentes, as seguintes situações devem ser consideradas:

-se têm a propriedade dos insumos e do produto final, mesmo quando terceirizam todo o processo de produção, são classificados na seção C Indústrias de transformação, na categoria que corresponde à atividade completa do processo de produção terceirizado. - se têm a produção realizada por terceiros e não têm a propriedade dos insumos usados no processo de produção, devem ser classificados como atividade comercial, na seção G Comércio;


-reparação de veículos automotores e motocicletas, na categoria que corresponder à atividade caracterizada pelo tipo de venda (atacado ou varejo) e pelo tipo de mercadoria vendida.

 

Esclarecidos estes entendimentos, e considerando que o atual CNAE, pode ter incorreções, vamos aos esclarecimentos do FISCO, que podem ser acessados diretamente no site do SPED:

16.9.4.1 – As empresas optantes pelo Simples Nacional estão obrigadas à entrega do Livro Controle da Produção e do Estoque - Bloco K - a partir de Janeiro de 2016?

Não.

Os contribuintes optantes pelo Simples Nacional estão dispensados de apresentarem o bloco K e os registros 0210 e 0220, em virtude da Resolução Comitê Gestor do Simples Nacional nº 94, de 29 de novembro de 2011, e alterações posteriores hque lista os livros obrigatórios do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte - Simples Nacional. Referida resolução não cita o LRCPE.

16.9.4.2 – As empresas que fabricam produtos NT (Não tributados) conforme a TIPI devem apresentar o bloco K?

Estabelecimentos industriais são obrigados à escrituração fiscal digital do Registro de Controle da Produção e do Estoque – RCPE – Bloco K, nos termos do § 7º do Ajuste SINIEF 02/2009. Estabelecimentos industriais são aqueles que possuem qualquer dos processos que caracterizam uma industrialização, segundo a legislação de IPI e de ICMS, e cujos produtos resultantes sejam tributados pelo ICMS ou IPI, mesmo que de alíquota zero ou isento.

Estabelecimentos industriais são obrigados à escrituração fiscal digital do Registro de Controle da Produção e do Estoque – RCPE – Bloco K, nos termos do § 7º do Ajuste SINIEF 02/2009.

Por exemplo, a mineração é uma atividade extrativa e não é industrialização, portanto o estabelecimento minerador não está obrigado ao Bloco K, seja pela legislação do ICMS, seja pela do IPI. No caso de refino de petróleo, nos quais são obtidos produtos imunes ao IPI, mas que são tributados pelo ICMS, estariam obrigados ao Bloco K, pela SEFAZ do domicílio do contribuinte. Assim, nestes casos de incidência do ICMS e não incidência do IPI, é competente para sanar sua dúvida aquele órgão estadual. Os emails corporativos das SEFAZ encontram-se listados no endereço: http://www1.receita.fazenda.gov.br/sistemas/sped-fiscal/contatos-na...

16.9.4.3 – Além da minha atividade de produção, também presto serviços de recuperação de itens dos meus clientes.

Devo informar esses itens de terceiros que recebo para recuperar no Bloco K, mesmo não estando relacionados à minha atividade de industrialização e sim à prestações de serviços ?

Somente devem ser escriturados no Bloco K insumos e produtos resultantes pertinentes a um processo de industrialização, mesmo que seja para terceiros. Cabe ao contribuinte avaliar se o processo realizado é um processo de industrialização ou uma prestação de serviços. Alertamos que se o processo estiver ocorrendo sobre produtos resultantes do processo produtivo do encomendante, esse processo deve ser considerado como industrialização, devendo ser escriturado nos Registros K230/K235 do estabelecimento industrializador.

16.9.4.4 Um supermercado que possui dentro do seu estabelecimento uma padaria é obrigado a entregar o bloco K?

Não.

A atividade está excluída do conceito de industrialização , conforme RIPI/2010 em seu art. 5º. Não se considera industrialização o preparo de produtos alimentares, não acondicionados em embalagem de apresentação na residência do preparador ou em restaurantes, bares, sorveterias, confeitarias, padarias, quitandas e semelhantes, desde que os produtos se destinem a venda direta a consumidor

16.9.4.5 A pessoa jurídica possui estabelecimentos com CNAE primários desobrigados ao bloco K para o ano de 2016, mas possui outros estabelecimentos com CNAE secundários que se enquadram na obrigatoriedade, cuja receita oriunda do CNAE secundário é inferior a 300 milhões.

Quando apresentar o bloco K?

Considerando as disposições contidas no Ajuste Sinief 8, de 2 de outubro de 2015:

- se a empresa possui em algum de seus estabelecimentos qualquer dos processos que caracterizam uma industrialização, segundo a legislação de ICMS e de IPI, e cujos produtos resultantes sejam tributados pelo ICMS ou IPI, mesmo que de alíquota zero ou isento;

- se possui CNAE, mesmo que secundário, das divisões 10 a 32;

- e se a receita bruta de venda de mercadorias de todos os seus estabelecimentos no território nacional, industriais ou não, excluídas as vendas canceladas, as devoluções de vendas e os descontos incondicionais concedidos, igual ou superior a R$300.000.000,00, no segundo exercício anterior ao início de vigência da obrigação; então, deverá apresentar o BLOCO K a partir de 01/01/2016 para todos os estabelecimentos industriais com atividades vinculadas aos CNAE’s 10 a 32.

Para os demais estabelecimentos desta empresa: atacadistas classificados nos grupos 462 a 469 da Classificação Nacional de Atividades Perguntas Frequentes – EFD ICMS IPI – SPED Fiscal - Versão 4.0 de 15/10/2015 96/101 Econômicas (CNAE) e os equiparados a industrial, segundo a legislação de IPI, a obrigatoriedade de escriturar o Bloco K será a partir de 1º de janeiro de 2018.

16.9.5 – Atividades diversas não obrigadas ao bloco K

16.9.5.1 – Durante o processo de plantio de árvore , cana-de-açúcar ou criação do gado, por exemplo, os produtos finais são considerados Ativos e seus insumos consumidos durante o processo (adubo, semente, vacina etc.) fazem parte do custo da “criação” do produto.

O estabelecimento de uma empresa que controla as atividades no campo , não enviará os registros desta produção no Bloco K, nem seus insumos consumidos no registro K200, apenas gera registros para o inventário (bloco H). Porém, o estabelecimento desta empresa que controla as atividades industriais , recebe o produto cana-de-açúcar após a colheita, por exemplo, que passa a ser a matéria-prima requisitada para o reporte de açúcar, cachaça e etanol. Então serão enviados para o Bloco K as movimentações de estoque e ordens de produção para a industrialização destes produtos acabados (açúcar, cachaça e etanol) e seus insumos (cana-de-açúcar, insumos para refinaria etc.).

Está correto o entendimento?

Na agroindústria, podemos ter, num mesmo estabelecimento (mesmo CNPJ), atividades econômicas distintas: agricultura, pecuária e indústria. Esse estabelecimento tem que definir onde se inicia e onde termina cada uma dessas atividades.

Quanto à escrituração do RCPE (Bloco K), deve se restringir à atividade industrial, envolvendo os tipos de mercadorias pertinentes a cada Registro do Bloco K e do Registro 0210, de acordo com as regras constantes no Guia Prático da EFD ICMS/IPI.

16.9.5.2 – As carnes são produtos sujeitos a alíquota zero do IPI, portando há no entendimento geral que estariam sujeitas a escrituração no Bloco K. Para apontar a produção destes produtos (carne), terei como única matéria prima animal vivo (ave/suíno ou bovino). Na empresa integradora não há “compra” de animal para abate, a própria empresa produz. Seja pela incubação de ovos, seja pelo nascimento de leitões. Em ambos os casos, segue um processo de criação (engorda) dos animais até que cheguem ao peso ideal de abate.

Como é informado no Bloco K a matéria prima que não se origina de compra ou processo produtivo? Como o Fisco poderá aferir a origem da matéria prima se a empresa preencher apenas a parte final do processo (abate e industrialização)?

Na agroindústria, podemos ter num único estabelecimento (mesmo CNPJ) as atividades de pecuária, agricultura e indústria. Caberá ao contribuinte definir onde se inicia e onde termina cada uma dessas atividades. A escrituração do RCPE (Bloco K) se restringirá à atividade industrial. O frigorífico é uma atividade industrial, onde temos a figura da produção conjunta (um mesmo insumo gera vários produtos resultantes). A entrada do insumo na atividade industrial, originada da atividade de pecuária, deve ser registrada por meio da emissão de NF-e de entrada.

16.9.5.3 – No segmento de mineração, a etapa de extração do minério bruto não envolve matérias primas. Desta forma é feita a abertura de uma ordem de produção onde não há consumos , apenas entrada de estoque. Desta forma, para este cenário, somente o registro K230 seria possível. Por se tratar de um item acabado ou semi -acabado é necessário montar o registro 0210. Entretanto, conforme já mencionado acima, nestes casos não há consumos e portanto não há uma lista técnica a considerar.

Como informar o bloco K?

A atividade de extração de minerais não é considerada uma atividade industrial , e, portanto, não está obrigada à escrituração do Bloco K.

16.9.5.4 – Recebemos equipamentos de terceiros para reparo . CFOP 1.915 e 2.915. Estes podem ser enviados para reparo/conserto (tributado pelo ISSQN) em estabelecimento de terceiros (prestador de serviço). As remessas que fazemos dessas partes e peças, são escrituradas no CFOP 5.915 ou 5.916.

Estas remessas devem ser registradas no bloco K mesmo que a operação não esteja sujeita ao ICMS?

O processo descrito realizado em estabelecimento de terceiros não se refere a um processo de industrialização, e sim, a uma prestação de serviço, tributada pelo ISSQN. Portanto, não cabe a escrituração dos Registros K250/K255.

16.9.5.5 – Empresas que extraem Água In natura, pelo fato da TIPI definir a tributação do IPI como Não Tributada, não requer informar no K200 ou até mesmo como Insumo Consumido no K235 para gerar o Produto Resultante K230 (Água envasada, Refrigerante e outros produtos)?

A extração de água mineral não é uma atividade industrial, e, portanto, não estaria obrigada à escrituração fiscal digital do Bloco K. Entretanto, o acondicionamento de água mineral em garrafas é um processo de industrialização, cabendo, portanto, a escrituração do Bloco K.

Se num mesmo estabelecimento (mesmo CNPJ) existirem as atividades extrativas e industrial, o contribuinte deverá definir onde se inicia e termina cada uma das atividades. Os processos constantes na atividade industrial deverão ser escriturados no Bloco K.

A entrada da água mineral extraída na atividade não industrial deverá ser escriturada pela emissão de NF-e de entrada.

16.9.5.6 – Uma rede de açougues comercializa suas carnes em duas formas:

1. Pesada de acordo com pedido no consumidor; e

2 Embalada à vácuo para venda de uma peça congelada. Este segundo tipo de produto, é vendido em outras filiais da empresa e também para alguns mercados da cidade e região.

O açougue deverá gerar o SPED Fiscal Bloco K para todos os seus produtos ou só para aqueles que são embalados como produtos acabados?

Inicialmente, cabe esclarecer que a avaliação sobre a obrigatoriedade à escrituração do Bloco K – RCPE deve ocorrer por estabelecimento, e não por empresa. Considerando a situação colocada:

a) aquele estabelecimento em que há apenas o preparo de produtos alimentares, não acondicionados em embalagem de apresentação, e que são destinados a venda ao consumidor final, não estaria obrigado à escrituração do Bloco K, uma vez que isso não se considera uma industrialização, nos termos da alínea “a” do inciso I do art. 5º do Regulamento do IPI - RIPI.

Não sendo uma industrialização, não é estabelecimento industrial, nos termos do art. 8º do RIPI.

Não sendo um estabelecimento industrial, não é obrigado à escrituração do livro Registro de Controle da Produção e do Estoque – RCPE, nos termos do § 7º da Cláusula terceira do Ajuste SINIEF 02/2009;

b) aquele estabelecimento em que há uma industrialização, seja pelo acondicionamento ou pela transformação (boi vivo em carcaça ou carcaça em partes), estaria obrigado à escrituração do Bloco K.

Quanto às mercadorias para revenda – tipo 00 (mercadorias não resultantes de uma industrialização), apenas ao Registro K200.

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Respostas a este tópico

Grande texto, obrigado Jorge!!!

Grato!

Muito esclarecedor! 

Muito bom o texto bem esclarecedor.

Obrigado pelas informações Jorge, muito esclarecedoras.

Jorge, uma dúvida, nós prestamos serviço de fornecimento de concreto e argamassa usinados "produzidos" em betoneiras fora do estabelecimento, ou seja, no trajeto. Portanto, por ser considerada uma atividade de prestação de serviço para construção civil, ela não é tributada nem pelo IPI e nem pelo ICMS. No entanto, o concreto e a argamassa são resultantes da "mistura" de algumas matérias primas, o que poderia enquadrar a "atividade industrial ou equiparada a esta". Porém, o CNAE registrado para a atividade é o 23.30-3-05 preparação de massa de concreto e argamassa para construção. Que pelo ajuste SINIEF 8/2015 estaria dentro das divisões obrigadas (10 a 32), mas seriam dentre esses apenas os estabelecimentos "industriais".

Teria como formalizar essa consulta para a Receita Federal? O senhor poderia me passar o meio necessário para isso ou se pudesse sair um esclarecimento por parte da Receita também para as referidas atividades, pois acredito que muitos tem dúvidas quanto a isso.

Agradeço desde já pela atenção.

Boa Tarde!

Tenho uma dúvida. Meu cliente é um varejista de produtos diversos, entre eles, brinquedos.  Alguns destes brinquedos são importados diretamente por ele. Nesta situação ele também se equipara a industrial e fica obrigado ao envio do bloco K?

Gratos pela atenção.

Bruno,

Vc encontra toda a orientação para formalizar uma consulta no link a seguir:

http://goo.gl/JG3C6e

abs

Bruno Gasnhar Tonet disse:

Obrigado pelas informações Jorge, muito esclarecedoras.

Jorge, uma dúvida, nós prestamos serviço de fornecimento de concreto e argamassa usinados "produzidos" em betoneiras fora do estabelecimento, ou seja, no trajeto. Portanto, por ser considerada uma atividade de prestação de serviço para construção civil, ela não é tributada nem pelo IPI e nem pelo ICMS. No entanto, o concreto e a argamassa são resultantes da "mistura" de algumas matérias primas, o que poderia enquadrar a "atividade industrial ou equiparada a esta". Porém, o CNAE registrado para a atividade é o 23.30-3-05 preparação de massa de concreto e argamassa para construção. Que pelo ajuste SINIEF 8/2015 estaria dentro das divisões obrigadas (10 a 32), mas seriam dentre esses apenas os estabelecimentos "industriais".

Teria como formalizar essa consulta para a Receita Federal? O senhor poderia me passar o meio necessário para isso ou se pudesse sair um esclarecimento por parte da Receita também para as referidas atividades, pois acredito que muitos tem dúvidas quanto a isso.

Agradeço desde já pela atenção.

Obrigado Jorge,

Algum colega gostaria de dar a sua opinião sobre o caso?

Abs

Jorge Campos disse:

Bruno,

Vc encontra toda a orientação para formalizar uma consulta no link a seguir:

http://goo.gl/JG3C6e

abs

Bruno Gasnhar Tonet disse:

Obrigado pelas informações Jorge, muito esclarecedoras.

Jorge, uma dúvida, nós prestamos serviço de fornecimento de concreto e argamassa usinados "produzidos" em betoneiras fora do estabelecimento, ou seja, no trajeto. Portanto, por ser considerada uma atividade de prestação de serviço para construção civil, ela não é tributada nem pelo IPI e nem pelo ICMS. No entanto, o concreto e a argamassa são resultantes da "mistura" de algumas matérias primas, o que poderia enquadrar a "atividade industrial ou equiparada a esta". Porém, o CNAE registrado para a atividade é o 23.30-3-05 preparação de massa de concreto e argamassa para construção. Que pelo ajuste SINIEF 8/2015 estaria dentro das divisões obrigadas (10 a 32), mas seriam dentre esses apenas os estabelecimentos "industriais".

Teria como formalizar essa consulta para a Receita Federal? O senhor poderia me passar o meio necessário para isso ou se pudesse sair um esclarecimento por parte da Receita também para as referidas atividades, pois acredito que muitos tem dúvidas quanto a isso.

Agradeço desde já pela atenção.

Pessoal

AS empresas que possui atividade enquadradas no CNAE 3600601(CAPTAÇÃO, TRATAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA) deverão entregar o bloco K no Sped Fiscal?

Obrigada pelas informações Jorge.

Prezado Jorge agradecemos as informações, sendo que estamos com uma dúvida com relação à obrigatoriedade do bloco K para janeiro de 2016 para nossa empresa.

Temos o seguinte cenário:

Faturamento bruto Superior a R$: 300.000.000,00 de todos os CNAEs.

Sendo o CNAE principal enquadrado na obrigatoriedade a partir de janeiro de 2016, mas este com faturamento inferior a R$: 300.000.000,00.

Os demais CNAEs secundários em geral serviços, e responsáveis pelo maior faturamento não estão enquadrados.

Diante do exposto devemos considerar a obrigatoriedade para janeiro de 2016 ou posteriormente?

Desde já agradecemos a atenção,

Obrigado!

Jorge,

Bom dia.

Já postei, num tópico a parte, sobre uma dúvida que tenho em relação aos registros de consumo de insumos do bloco K.

Estávamos tentando tomar como base o que temos no DCA, pois entendemos que, como o Bloco K está atrelado a apuração do ICMS/IPI, os seus controles de estoque e movimentação nos fornecem as informações necessárias.

Porém, há situações que no DCA é possível indicar ajustes de estoque e que no Bloco K não há essa abertura. Situações como:

>> Ajuste do Estoque por dano ou contagem de insumos (onde não houve consumo para o nosso produto);

>> Consumo do insumo em Ativos ou Uso/Consumo (houve o consumo, mas o mesmo não foi destinado ao produto).

Ambos casos, no DCA, existe um código de lançamento específico que os identifica. O mesmo não pode ser estendido ao Bloco K. Nele, os registros de consumo exigem um código de produto "Destino" obrigatório e diferente do código do Insumo. Lembrando que estamos falando em controle de QUANTIDADES no Bloco K. Se há uma perda ou consumo que não estão associados ao produto, a fatia do ICMS oriunda da entrada fica SEM o direito de recuperarmos.

O membro do fórum, Elielton, muito gentilmente tentou me esclarecer alguns pontos. Mas ficamos agora na dúvida do porque um "SPED" (o DCA) permite informarmos situações e outro SPED (Fiscal) não nos dá essa abertura.

Se também puder nos ajudar a entender, agradecemos.

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