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Ola bom dia,  gostaria de saber se o livro inventario é obrigatorio no sped contabil, e se ele deve ser entregue como livro Z.
No caso entrego o livrio G (completo), teri que entregar alem dele o Z? Se eu etregar o Z tenho que fazer o R tambem?:

 

Socoroooooo 

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Respostas a este tópico

Denise,

Creio que você está confundindo as coisas.

O SPED Contábil contempla somente as demonstrações financeiras (Balanço Patrimonial, Demonstração de Resultado do Exercício e Notas Explicativas, quando for o caso) juntamente com o Livro Diário, que é obrigatório e o Livro Razão, que apesar de não ser obrigatório, a maioria das empresas preferem escriturá-lo por praticidade.

O livro de Registro de Inventário modelo P7 deve ser entregue no arquivo do SPED FISCAL do mês de Fevereiro subsequente ao ano do encerramento do inventário. Exemplo: o Registro de Inventário modelo P7 encerrado em Dezembro/2009 deve ser obrigatoriamente entregue na EFD de Fevereiro/2010, inclusive se a escrituração não contiver esses dados nesse mês, as versões mais atuais do PVA acusam o erro.

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Atenciosamente,
Geraldo Nunes
Belo Horizonte/MG
Ola

Entao mas no meu caso a empresa nao tem o SpED FISCAL so o Contabil, por isso me surgiu a duvida

Geraldo Nunes disse:
Denise,

Creio que você está confundindo as coisas.

O SPED Contábil contempla somente as demonstrações financeiras (Balanço Patrimonial, Demonstração de Resultado do Exercício e Notas Explicativas, quando for o caso) juntamente com o Livro Diário, que é obrigatório e o Livro Razão, que apesar de não ser obrigatório, a maioria das empresas preferem escriturá-lo por praticidade.

O livro de Registro de Inventário modelo P7 deve ser entregue no arquivo do SPED FISCAL do mês de Fevereiro subsequente ao ano do encerramento do inventário. Exemplo: o Registro de Inventário modelo P7 encerrado em Dezembro/2009 deve ser obrigatoriamente entregue na EFD de Fevereiro/2010, inclusive se a escrituração não contiver esses dados nesse mês, as versões mais atuais do PVA acusam o erro.

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Atenciosamente,
Geraldo Nunes
Belo Horizonte/MG
Denise,

Bom dia,

Tambem estou num cliente que só possui a obrigação do SPED contabil, e a contadora nunca falou sobre o registro do Inventario.
Anexo um arquivo que peguei no site do Sitio fiscal com os registros necessarios para entrega do Livro G

Att,
Anexos
Denise,

Sendo assim, você deve escriturar o Registro de Inventário em papel, encaderná-lo e autenticá-lo na Junta Comercial da tua UF de circunscrição.

Porém, alerto que se você estiver se referindo a 2009, o prazo é de 60 dias contados do encerramento.

Certamente, a Junta Comercial pode multar sua empresa, salvo se você se valer o instrumento da Denúncia Espontânea previsto no CTN.

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Atenciosamente,
Geraldo Nunes
Belo Horizonte/MG

denise p corrado disse:
Ola

Entao mas no meu caso a empresa nao tem o SpED FISCAL so o Contabil, por isso me surgiu a duvida

Geraldo Nunes disse:
Denise,

Creio que você está confundindo as coisas.

O SPED Contábil contempla somente as demonstrações financeiras (Balanço Patrimonial, Demonstração de Resultado do Exercício e Notas Explicativas, quando for o caso) juntamente com o Livro Diário, que é obrigatório e o Livro Razão, que apesar de não ser obrigatório, a maioria das empresas preferem escriturá-lo por praticidade.

O livro de Registro de Inventário modelo P7 deve ser entregue no arquivo do SPED FISCAL do mês de Fevereiro subsequente ao ano do encerramento do inventário. Exemplo: o Registro de Inventário modelo P7 encerrado em Dezembro/2009 deve ser obrigatoriamente entregue na EFD de Fevereiro/2010, inclusive se a escrituração não contiver esses dados nesse mês, as versões mais atuais do PVA acusam o erro.

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Atenciosamente,
Geraldo Nunes
Belo Horizonte/MG
Pessoal,

A RFB permitiu utilizar o livro modelo Z, parametrizável, para uso variado, entre eles a geração do inventário. Mas, esta possibilidade era por conta da necessidade de registro dos livros comerciais na junta, ou seja, Livro de entradas e o inventário. Mas, depois de muita reclamação, principalmente, deste que vos escreve, ela publicou a IN926, que acabou com esta obrigatoriedade ( do registro na junta):


Parágrafo único. A adoção da Escrituração Fiscal Digital, nos termos ao Convênio ICMS nº 143, de 15 de dezembro de 2006, supre:

Art. 6º A apresentação dos livros digitais, nos termos desta Instrução Normativa e em relação aos períodos posteriores a 31 de dezembro de 2007, supre:


I - a elaboração, registro e autenticação de livros para registro de inventário e registro de entradas, em relação ao mesmo período. (Lei nº 154, de 1947, arts. 2º, caput e § 7º, e 3º, e Lei nº 3.470, de 1958, art. 71 e Lei nº 8.383, de 1991, art. 48).


abraços
Mas Jorge quem entregou a ECD ainda está obrigado a elaborar em papel e autenticar os os livros de inventário e de entradas? na IN citada fala da EFD vale para a ECD tambem?

jorge campos disse:
Pessoal,
A RFB permitiu utilizar o livro modelo Z, parametrizável, para uso variado, entre eles a geração do inventário. Mas, esta possibilidade era por conta da necessidade de registro dos livros comerciais na junta, ou seja, Livro de entradas e o inventário. Mas, depois de muita reclamação, principalmente, deste que vos escreve, ela publicou a IN926, que acabou com esta obrigatoriedade ( do registro na junta):

Parágrafo único. A adoção da Escrituração Fiscal Digital, nos termos ao Convênio ICMS nº 143, de 15 de dezembro de 2006, supre:

Art. 6º A apresentação dos livros digitais, nos termos desta Instrução Normativa e em relação aos períodos posteriores a 31 de dezembro de 2007, supre:


I - a elaboração, registro e autenticação de livros para registro de inventário e registro de entradas, em relação ao mesmo período. (Lei nº 154, de 1947, arts. 2º, caput e § 7º, e 3º, e Lei nº 3.470, de 1958, art. 71 e Lei nº 8.383, de 1991, art. 48).


abraços
Lucas,


O contribuinte só emite outro livro de inventário, somente, se o fisco estadual exigir, ou, se por exigência da legislação federal, se for o caso, no fechamento do balanço de suspensão/redução, salvo os casos de incorporação, cisão e fusão:

vide site da RFB


Livro Registro de Inventário

301

Quando deverá ser escriturado o Livro Registro de Inventário?

As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real deverão escriturar o Livro Registro de Inventário ao final de cada período: trimestralmente ou anualmente quando houver opção pelos recolhimentos mensais durante o curso do ano-calendário, com base na estimativa (RIR/1999, art. 261).

No caso de utilização de balanço com vistas à suspensão ou redução do imposto devido mensalmente, com base em estimativa, a pessoa jurídica que possuir registro permanente de estoques integrado e coordenado com a contabilidade somente estará obrigada a ajustar os saldos contábeis, pelo confronto da contagem física, ao final do ano-calendário ou no encerramento do período de apuração, nos casos de incorporação, fusão, cisão ou extinção de atividade (IN SRF nº 93, de 1997, art. 12, § 4º).

302

A falta de escrituração do Livro de Registro de Inventário implica a desclassificação da escrita, embora sabendo-se que o montante de estoque apurado no final do período-base está registrado no balanço patrimonial?

Sim, pois as pessoas jurídicas sujeitas à tributação com base no lucro real devem comprová-lo por meio da sua escrituração, na forma estabelecida pelas leis comerciais e fiscais.

NOTA:

A lei fiscal determina que, além dos livros de contabilidade previstos em leis e regulamentos, as pessoas jurídicas devem possuir um livro de registro de inventário das matérias-primas, das mercadorias, dos produtos em fabricação, dos bens em almoxarifado e dos produtos acabados existentes na época do balanço. Nessas condições estará a autoridade tributária autorizada a arbitrar o lucro da pessoa jurídica sujeita à tributação com base no lucro real, quando esta não mantiver escrituração na forma das leis comerciais e fiscais (RIR/1999, art. 530).

http://www.receita.fazenda.gov.br/PessoaJuridica/DIPJ/2005/PergResp...
Vejam a posição embasada do Marcio Tonelli a respeito do tema publicado no Blog do Jose Adriano Pinto da IOB, em resposta a uma consulta de um contribuinte:

Luciana A. Moraes
SPED: ECD: Registro de Inventário no SPED Contábil?

* Postado por Luciana A. Moraes em 17 junho 2010 às 12:06

[Leitor] “Uma empresa que é lucro real está obrigada ao sped contábil, mas não está obrigada ao sped fiscal. Essa empresa está obrigada a gerar o arquivo do Livro Registro de Inventário dentro do Sped Contábil?”

Resposta

A Instrução Normativa RFB nº 787, de 19 de novembro de 2007, determina:

“Art. 6º A apresentação dos livros digitais, nos termos desta Instrução Normativa e em relação aos períodos posteriores a 31 de dezembro de 2007, supre: (Redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009)

I – em relação às mesmas informações, a exigência contida na Instrução Normativa SRF nº 86, de 22 de outubro de 2001, e na Instrução Normativa MPS/SRP nº 12, de 20 de junho de 2006. (Incluído pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009)

II – a obrigatoriedade de escriturar o Livro Razão ou fichas utilizados para resumir e totalizar, por conta ou subconta, os lançamentos efetuados no Diário (Lei nº 8.218, de 1991, art.14, e Lei nº 8.383, de 1991, art. 62). (Incluído pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009)

III – a obrigatoriedade de transcrever no Livro Diário o Balancete ou Balanço de Suspensão ou Redução do Imposto de que trata o art. 35 da Lei nº 8.981, de 1991 (Instrução Normativa SRF nº 93, de 1997, art. 12, inciso 5, alínea b). (Incluído pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009)

Parágrafo único. A adoção da Escrituração Fiscal Digital, nos termos ao Convênio ICMS nº 143, de 15 de dezembro de 2006, supre: (Incluído pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009)

I – a elaboração, registro e autenticação de livros para registro de inventário e registro de entradas, em relação ao mesmo período. (Lei nº 154, de 1947, arts. 2º, caput e § 7º, e 3º, e Lei nº 3.470, de 1958, art. 71 e Lei nº 8.383, de 1991, art. 48). (Incluído pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009)

II – em relação às mesmas informações, da exigência contida na Instrução Normativa SRF nº 86, de 22 de outubro de 2001, e na Instrução Normativa MPS/SRP nº 12, de 20 de junho de 2006. (Incluído pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009)”

Ou seja, a questão estaria clara se a empresa participasse da transmissão da Escrituração Fiscal Digital (EFD) e da Escrituração Contábil Digital (ECD). Mas, como o leitor relatou, não é este o caso.

Vejamos então a percepção de Mário Tonelli, supervisor do projeto SPED:

“(…)

Do Regulamento do Imposto de Renda:

Seção III

Livros Fiscais
Art. 260. A pessoa juridica, alem dos livros de contabilidade previstos em leis e regulamentos, devera possuir os seguintes livros (Lei no 154, de 1947, art. 2o, e Lei no 8.383, de 1991, art. 48, e Decreto-Lei no 1.598, de 1977, arts. 8o e 27):


I – para registro de inventario; (V. NOTAS 786 e 787)

II – para registro de entradas (compras); (V. NOTAS 788 e 789)
…………

§ 2º Os livros de que tratam os incisos I e II, ou as fichas que os substituírem, serão registrados e autenticados pelo Departamento Nacional de Registro do Comércio, ou pelas Juntas Comerciais ou repartições encarregadas do registro de comércio, e, quando se tratar de sociedade civil, pelo Registro Civil de Pessoas Jurídicas ou pelo Cartório de Registro de Títulos e Documentos (Lei nº 154, de 1947, arts. 2º, § 7º, e 3º, e Lei nº 3.470, de 1958, art. 71).

Assim, o livro registro de inventário deve ser autenticado.

Existe uma séria polêmica para definir se o registro de inventário é ou não um livro auxiliar que traz detalhes de operações registradas por totais na escrituração (veja a 2a. questão de perguntas frequentes do sítio do Sped) . Pessoalmente e numa posição mais conservadora, entendo que sim.

Então, a empresa deverá enviar a ECD do tipo R e o registro de inventário (provavelmente usando o tipo Z).” (Fonte: http://www.joseadriano.com.br/forum/topics/registro-de-inventario-n...)

Há também uma corrente que defende o envio do livro de inventário através do registro J800 da ECD.

Destaca o Parecer CT/CFC a importância do registro de inventário, como um dos livros mercantis basilares:

“O Livro Diário é a logomarca contábil resultante da primeira sistematização da contabilidade que a história revela sendo o segundo livro mercantil dos três descritos no ‘Tractatus de Computis et Sripturis’, parte integrante da obra de Luca Pacioli, ‘Summa de Arithmetica, Geometria, Proportioni et Proportionalitá’, publicada em Veneza, Itália, no ano de 1494. Os três livros mercantis basilares, sistematizados na referida obra, são o inventário, o diário e o razão.” ( Fonte: Parecer CT/CFC Nº 28/04, realtado pela Contadora Verônica Cunha de Souto Maior)

Por outro lado, o prof. Dr. Antônio Lopes de Sá, em sua obra “Prática e Teoria da Contabilidade Geral”, define:

“LIVROS AUXILIARES E A INFORMÁTICA

Um livro auxiliar tem por objetivo esclarecer e analisar matéria que se acha registrada de forma resumida em outro livro, geralmente principal, quase sempre se referindo a uma conta ou objeto definido.

Assim, por exemplo, é tolerável que se registre na conta COMPRAS, no Diário, o valor total mensal das mercadorias adquiridas, desde que se tenha, com as mesmas formalidades do referido Diário, um LIVRO DE COMPRAS; esse livro obrigatoriamente deve identificar cada compra feita, dia a dia, com toda a individualização, clareza e demais requisitos já referidos [referidos acima] ; a soma das análises deve coincidir com o total sumarizado no Diário.

Sempre é possível adotar-se um livro para analisar fatos, quando o objetivo for o de esclarecer ou desdobrar contas que merecem ser conhecidas com maior riqueza de detalhes*.

Imprescindível, todavia, é fazer remissão ou referência de ligação entre os livros e que o sumarizado seja coincidente com o analisado.

Podem ser livros auxiliares ou de análise, por exemplo: Caixa, Bancos, Clientes, Estoques, Compras, Vendas, Despesas, etc.

Toda conta, a rigor e em tese, comporta um livro auxiliar, ou um programa de computador que as desdobre (qual seja o caso).

(…)

*Os livros que analisam fatos contábeis são considerados, contabilmente, como livros auxiliares, mesmo quando servem para comprovar registros sinteticamente feitos nos livros obrigatórios; para as considerações tributárias, todavia, quando o livro obrigatório, para seu esclarecimento, depende de um auxiliar, este tem o caráter de principal

(…)

Também se reconhece, tecnicamente, que,

Quando um livro auxiliar visa a analisar o que se acha sintetizado no Diário, precisa adotar as formalidades que forem exigíveis para os livros principais”.

Abordando o assunto, temos ainda o PARECER CT/CFC Nº 46/05:

“Assim está escrito o Art. 1.020 do Código Civil:

Os administradores são obrigados a prestar aos sócios contas justificadas de sua administração, e apresentar-lhe o inventário anualmente, bem como o balanço patrimonial e o resultado econômico.

Assim está escrito o Artigo 1.186 do Código Civil:

O livro Balancetes Diários e Balanço será escriturado de modo que registre:

O primeiro artigo criou a compulsoriedade de o administrador promover a prestação de contas aos sócios da empresa. No código Civil revogado, não existia disposição correspondente. Logo, no Código Civil é novidade. Fora dele, no entanto, esta obrigação já se via contemplado no Artigo 290 do Código Comercial, de 1850.

No mesmo sentido, o tema já existia e subsiste consagrado pelo Artigo 109, III da Lei 6.404/76. Esta conta, como bem claro estipulou o artigo, trata-se do balanço normal elaborado em obediências aos Princípios Fundamentais e as Normas Brasileiras de Contabilidade.

Acentua-se, repetindo, a única novidade é que o encargo do administrador foi consignado no Código Civil. Tangente ao Balanço, como já assertivado, o Código em nada inovou. Nem tampouco criou livros novos. Os obrigatórios, até então vigentes, principalmente o Diário, estão mantidos nos mesmos moldes.

Digno de se registrar que o Artigo em comento está inserido no Sub Título II, Capítulo I, Seção III que trata ‘Da Administração’ logo o novo trata-se, pois, de criação de encargo ao Administrador, perante o Código vigente.

Escancara, de seu turno, a necessidade de os administradores, inclusive quando este for sócio, de prestar contas dos resultados da sociedade aos demais sócios. A periodicidade desta mostragem deve ocorrer, no mínimo a cada ano. A dita prestação de contas consiste em levantar um balanço anual e promover o inventário dos bens móveis e imóveis que integram o patrimônio social, apresentando as contas de resultados econômicos, sob a forma de balanço contábil, as quais indicarão se a sociedade auferiu lucros ou teve prejuízos.

O segundo artigo citado, na mesma direção do primeiro, não criou livros novos. O texto está inserido no Capítulo IV ‘Da Escrituração’ e somente fez alusão a ela trazendo tratativas à respeito. (…)“

Conclusão

O caso apresentado pelo leitor sugere, em uma análise geral, as possíveis soluções:

Participar voluntariamente da Escrituração Fiscal Digital (EFD);
Transmitir o Livro de Registro de Inventário através do registro J800 da Escrituração Contábil Digital (ECD);
Transmitir o Livro de Registro de Inventário através do livro Z da ECD;
Apenas autenticar o Livro de Registro de Inventário na Junta Comercial, em papel.
Cabe, portanto, uma análise de custos, benefícios e riscos para a decisão tomada. Lembro que, em questões contábeis e fiscais, o conservadorismo é sempre bem-vindo. Só que, neste caso (quem diria?) a posição mais conservadora é transmitir o inventário usando a tecnologia inovadora do SPED Contábil, seja através dos registros J800 ou livro Z. Afinal, tudo indicada que, conceitualmente, o livro de inventário é um livro auxiliar utilizado para analisar informações sintética.

By Roberto Dias Duarte | junho 17, 2010

http://www.robertodiasduarte.com.br/sped-ecd-registro-de-inventario...

 

 

Pessoal, Boa Tarde!

Poderíamos retomar este tema? Gostaria de saber se ja temos alguma IN ou decisão a respeito do livro de inventário para empresas com ECD, EFD. Ele precisa continuar ou já podemos abolir com os registros eletrônicos?

 

Grato

Gilson

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